quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Review: ⚡ We Here Now - 'The Chikipunk Years' (2019) ⚡

A jovem e talentosa banda multinacional We Here Now acaba de se dar a conhecer ao mundo com a apresentação do seu auspicioso álbum de estreia ‘The Chikipunk Years’ lançado hoje mesmo pela mão da editora discográfica peruana Homemade Gifts Records unicamente em formato digital através da sua página oficial de Bandcamp. Este exótico e prolífico power-trio – cuja única linguagem transversal a todos os seus membros é a música – combina não só as nacionalidades brasileira, peruana, indiana e norte-americana, como um veraneio, ritmado e alucinado Heavy Psych de natureza tribalista, um delirante, inventivo e provocante Prog Punk que nos mantém de cabeça dançante, e um ritmado, ardente e eloquente Garage Rock à boa moda australiana. A sua sonoridade saturada de irreverência e extravagância – apimentada por uma veia experimental e executada a uma hipnótica e deslumbrante cumplicidade instrumental – passeia-se livre e envaidecidamente pelos curtos 21 minutos que balizam o álbum. Ingressem neste fascinante, estranho e contagiante desfile carnavalesco à irresistível boleia de uma guitarra desassossegada que se transcende em solos vertiginosos, ziguezagueantes, dilacerantes e venenosos, um baixo encorpado e magnetizante de linhas murmurantes, fluidas, onduladas e reverberantes, uma bateria estonteante que se envolve e revolve em mirabolantes, arrojadas e desconcertantes acrobacias, e ainda uma voz cristalina, jovial e libertina que combina na perfeição com todo este ofuscante rasgo de total desvario instrumental. ‘The Chikipunk Years’ é um álbum norteado a uma euforizante ritmicidade capaz de envolver, contaminar e remexer o mais indiferente dos ouvintes. Comunguem esta intoxicante e empolgante cerimónia de índole tribal, e vivenciem com redentora comoção toda a plenitude do primeiro registo de We Here Now. Puro divertimento via auditivo que nos deixa de olhar incendiado pelo fascínio, sorriso desenhado no rosto e cabeça em constante rodopio do primeiro ao derradeiro minuto.

(G)Old Radio Moscow

🔊 F*ck yeah, Kadavar!

💥 SonicBlast Moledo: As últimas confirmações!

Sucking the 70's

✈️ Svartanatt // Wrong side of Town (tour, 2019)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Blue Cheer // Miami Pop Festival '68

🌹 Brant Bjork & the Bros (2006)

Review: ⚡ Numidia - 'Numidia' (2019) ⚡

Da grande e populosa cidade de Sydney (Austrália) chega-nos aquela que ameaça vir a ser uma das grandes surpresas musicais do ano. ‘Numidia’ é o muito promissor álbum de estreia desta jovem formação australiana que muito recentemente fora lançado pela mão do influente selo discográfico germânico Nasoni Records sob a forma física de CD e vinil (ambos os formatos limitados a uma prensagem de apenas 300 cópias existentes). Sustentado numa harmoniosa, sedutora e prazerosa fusão sonora de onde sobressai um envolvente, místico e cativante Psych Rock de textura arábica, um afável, contemplativo e muito agradável Folk de ambiência pastoral, um magnetizante, excêntrico e apaixonante Prog Rock de bafagem astral, e ainda um inebriante, cálido e dançante Desert Blues de clara inspiração tuaregue, este tocante registo de designação homónima prende uma copiosa, doce, perfumada e majestosa essência que provocara em mim uma constante salivação da alma e a perpetuara num perfeito estádio de assombro e fascinação. ‘Numidia’ revelou tratar-se de um sério caso de veneração à primeira audição e a ressaca do mesmo dá garantias de em mim subsistir por muito e muito tempo. Assim que nos deixamos embrulhar e dissolver neste esplendoroso néctar de interiorização auditiva somos enfeitiçados e encaminhados para uma magnífica, inolvidável e paradisíaca passeata adornada pelos fabulosos e luxuosos diálogos entre três guitarras que se complementam na edificação e condução de encantadores, edénicos e sonhadores acordes, e se despistam entre si na exteriorização de vistosos, soberbos, arrebatados e voluptuosos solos, um possante, ritmado e pulsante baixo de reverberante exalação que sombreia e robustece todas as exóticas digressões das guitarras, e uma sumptuosa bateria de toque estimulante, polido, inventivo e cintilante que – a par de uma percussão de galope tribalista – tiquetaqueia e mareia toda a beleza, maravilha e fineza que este álbum transpira. Para lá da excelência instrumental habita ainda um mavioso coro vocal – transversal aos três guitarristas da banda – temperado e governado a graciosidade, equilíbrio, melodia e afinidade que se passeia leve e livremente pela linha temporal do disco. ‘Numidia’ é um álbum detentor de uma desarmante, lustrosa e transcendente sublimidade de temperatura e luminosidade primaveril capaz de derreter, embevecer e conquistar o mais céptico dos ouvintes. Percam-se e encontrem-se por entre a redentora e provocadora ataraxia que climatiza e eteriza toda a extensão do disco, e vivenciem com adoração, espanto e ofuscação esta caprichosa ode de palato epicurista.

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 Nasoni Records

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Review: ⚡ Ouzo Bazooka - 'Transporter' (2019) ⚡

Da religiosa cidade de Tel Aviv (Israel) chega-nos um dos álbuns por mim mais aguardados e ansiados do novo ano de 2019. Falo de ‘Transporter’, o terceiro e novo álbum dos israelitas Ouzo Bazooka lançado hoje mesmo nos formatos físicos de CD e vinil (este último disponível em duas edições diferenciadas e limitadas) através do selo discográfico inglês Stolen Body Records e da editora discográfica de origem turca Tantana Records. Depois de no passado ano de 2018 ter experienciado e reverenciado o adorável EP ‘Songs From 1001 Nights’ (review aqui) nutria por este novo registo da fascinante formação sediada no coração do Médio Oriente toda uma expectativa crescente só hoje travada e saciada. Fundamentado num místico, perfumado e edénico Psych Rock em erótica coligação com um inflamante, intenso e vivificante Garage Rock e um dançante, caloroso e provocante Surf Rock, este ‘Transporter’ tem a invejável capacidade de nos içar e passear à boleia de um tapete mágico pelos crepusculares céus da velha Pérsia. O nosso corpo extasiado e inebriado balanceia-se detida e hipnoticamente em instintiva resposta comportamental à sonoridade de Ouzo Bazooka, da mesma forma que uma serpente Naja corteja de forma enfeitiçada a flauta indiana. Sintam os vossos pés descalços caminhar pelas aveludadas, finas e bronzeadas areias de um deserto africano mareado por imponentes dunas, e bafejado, modelado e farolizado pelo Sol vigilante que se debruça no intangível firmamento. É esta a narrativa visual que a exótica sonoridade do quarteto israelita edifica no nosso imaginário. Uma deslumbrante e paradisíaca digressão desértica temperada por uma guitarra xamânica que se envaidece e estarrece em cativantes, psicotrópicos, magnéticos e alucinantes solos, um carismático teclado de envolventes, intrigantes e tentadores bailados, um baixo soberbamente funky de linhas pulsantes, vigorosas, vistosas e excitantes, uma bateria vibrante e animada de trote entusiasta, tribal e ritualista, e ainda um agradável coro vocal – transversal a todos os elementos da banda – que nos capitaneia e prazenteia ao longo deste sonho acordado. De engrandecer ainda o fabuloso artwork de natureza arábica e créditos apontados ao inventivo e talentoso ilustrador germânico Carlo Vivary que elucida com perfeita exatidão tudo aquilo que este novo trabalho de Ouzo Bazooka encerra. ‘Transporter’ é um álbum intensamente apaixonante que nos mantém atrelados e encandeados pela sua desarmante misticidade e sublimidade do primeiro ao derradeiro tema. Banhem e canonizem a vossa alma neste verdadeiro oásis espiritual, e experienciem com total entrega e veneração toda esta brilhante e encantadora epifania desértica.

🌙 Causa Sui - "Lonesome Traveler" (Summer Sessions Vol. III)

🏄‍♂️ Fu Manchu [poster]

Artwork: Michael Hacker

1967 Fender Coronado II Antigua

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Monarch - "Shady Maiden" (2014)


Review: ⚡ Deathchant - ‘Deathchant’ (2019) ⚡

Os californianos Deathchant acabam de detonar o seu surpreendente álbum de estreia pela parceria discográfica King Volume Records e Kozmik Artifactz nos formatos físicos de cassete e vinil (ambos reduzidos a edições limitadas). Este portentoso álbum de designação homónima tivera em mim um impacto de tal forma marcante e colossal que me impelira com urgência a transcrever para o universo lírico tudo aquilo que o mesmo despertara e provocara em mim. Enraizado na veraneia cidade de Los Angeles, este quarteto recém-formado transpira um tirânico, nebuloso, ostentoso e luciférico Proto-Doom de tração setentista em hipnótica consonância com um fervilhante, desvairado, arrebatado e intoxicante Heavy Psych de euforizante explosividade e ofuscante toxicidade. A sua sonoridade fervorosa, vulcânica, enigmática e venenosa tem o dom de nos mergulhar e afogar no seu borbulhante e fumegante caldeirão de despótico, majestoso e apoteótico psicadelismo em estado incandescente, e em nós afoguear e alimentar toda uma extasiante e desgovernada exaltação que nos esporeia, revolve e chicoteia ao longo de todo o álbum. São cerca de 29 minutos fervidos numa intensa e opulenta ardência que nos destrava numa desenfreada e vertiginosa cavalgada imprópria para cardíacos. Desprendam furiosamente a cabeça à instigante boleia de duas guitarras electrizantes que se amuralham e fortalecem em influentes, luxuosos, obscuros e prepotentes riffs e se entrelaçam e superam em delirantes, caóticos, frenéticos e galopantes solos que golpeiam e ziguezagueiam em todas as direcções, um baixo massivo de bafagem reverberante, densa, negra e possante, uma bateria dinâmica, incisiva, criativa e acrobática que cavalga a desembaraço, destreza e impetuosidade, e uma voz avinagrada, gélida, ecoante e narcotizada que assombra toda esta pantanosa, alucinante, viscosa e deslumbrante atmosfera de ‘Deathchant’. Este é um álbum verdadeiramente sensacional que conjuga na perfeição a velocidade, densidade, entusiasmo e tecnicidade numa só força gravitacional capaz de nos manter enfeitiçados, perplexos e apaixonados do primeiro ao derradeiro tema. Agarrem firmemente as rédeas desta violenta locomotiva e vivenciem como poderem um dos álbuns mais entusiasmantes dos últimos tempos. Regresso de ‘Deathchant’ completamente rendido e inebriado pela sua grandiosa e sumptuosa ferocidade. Manda o meu coração completamente apoderado pela excitação gritar que estamos mesmo na presença de um forte candidato a álbum do ano.

🧙‍♂️ Sleep // The Great American Music Hall (2018)

💣 "Fast" Eddie Clarke (05/10/1950 - 10/01/2018)

🎙 Crypt Trip // KTSW San Marcos

🎖 Heavy 75th Birthday Jimmy Page!

🔥 David Gilmour // Pink Floyd

Sucking the 70's

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Sucking the 70's

😈 Jus Oborn // Electric Wizard

📸 Ben Stas

Review: ⚡ Ayermaniana - ‘El Reflejo’ (2019) ⚡

Da cidade-capital de Buenos Aires (Argentina) chega-nos a encantadora fragância sonora de Ayermaniana com o lançamento do seu terceiro álbum designado de ‘El Reflejo’. Depois de no verão de 2017 ter ouvido e consequentemente enaltecido o seu antecessor ‘Flores Negras’ (review aqui), foi com uma grande expectativa (inteiramente saciada, devo antecipar) que me aventurei neste novo trabalho da formação latina. Unicamente lançado em formato digital através da sua página de Bandcamp oficial (e com a sempre elogiável possibilidade de download gratuito), este simpático e galante ‘El Reflejo’ abraça um radioso, donairoso, extasiante e deslumbrante Psych Rock de aragem veraneia que se entrelaça num dançante, hipnótico, enigmático e atraente Prog Rock de inspiração revivalista e ainda num envolvente, aveludado, relaxado e reluzente Krautrock embriagado de um sublime misticismo. A sua sonoridade orientada a beleza, delicadeza, destreza e uma desarmante majestosidade tem o dom de nos massajar, adornar e canonizar a alma, estacionando a nossa espiritualidade num perfeito estádio mental de puro regozijo e fascinação. Percam-se no exótico jardim de ‘El Reflejo’ e namorem detidamente toda esta venerável primazia ao conjugado som de uma guitarra reinante e serpenteante que se envaidece em melosos, afáveis, admiráveis e deliciosos acordes de irresistível encanto e se enlouquece em delirantes, ácidos, alucinógenos e atordoantes solos que nos esgrimam e desviam da lucidez, um baixo groovy de linhas pulsantes, fluídas, torneadas e murmurantes, uma bateria acrobática e jazzística movida a um magnetizante e estimulante virtuosismo, um saxofone de presença fugidia que se exterioriza e enfatiza com os seus uivantes, penetrantes e bizarros bailados, e ainda uma voz ecoante, aveludada, cuidada e inebriante que melifica e enfeitiça a quimérica atmosfera desta renovada obra-prima do colectivo argentino. Sintam-se planar e contemplar as verdejantes, ensolaradas e suavizantes planícies sonoras de Ayermaniana que se distendem pelo imenso firmamento a perder de vista, e inalem toda a sua mágica e resplendorosa essência. Um álbum integralmente pensado e executado à minha imagem que estará seguramente perfilado por entre os melhores álbuns nascidos neste ainda prematuro ano de 2019. Bronzeiem-se na ataráxica e ofuscante radiância que este ‘El Reflejo’ emana e deixem-se absorver na sua edénica e religiosa misticidade de propriedades altamente terapêuticas.

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🦅 Eric Clapton // Cream

© Arizona Highways Magazine (1980)

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

💥 Earthless - "Equus October" (From the Ages, 2013)

© BB Bastidas

Review: ⚡ Uluru - ‘Acrophilia’ (2019) ⚡

Depois de lançados e devidamente saboreados os deliciosos EP’s ‘Dazed Hill’ (2015) e ‘Imaginary Sun’ (2016), o power-trio turco Uluru reaparece agora em cena com a apresentação e promoção do seu primeiro trabalho de longa duração apelidado de ‘Acrophilia’. Lançado hoje mesmo nos formatos físicos de CD e vinil, este seu primeiro álbum de longa duração vem reforçar a receita sonora já ensaiada e praticada nos dois registos que o antecederam. Temperado por um envolvente, místico, edénico e provocante Heavy Psych de textura pérsica e orientado a inflamantes, exóticas e fascinantes jams de natureza unicamente instrumental, este ‘Acrophilia’ atesta a alma do ouvinte com uma redentora e sonhadora endorfina que o mantém fora da órbita consciencial. A sua sonoridade imensamente viajante, enigmática e deslumbrante serve de propulsora à nossa espiritualidade, disparando-a a toda a velocidade pela negra vacuidade de um Cosmos meditativo, sonolento e lenitivo. Deixem-se dissolver e embevecer na mais profunda intimidade desta contemplativa hipnose que nos intriga, enfeitiça e petrifica num pleno estádio de imperturbável transe. Recostem-se confortavelmente, tombem as pálpebras e embarquem nesta imersiva odisseia pela infinidade espacial à extasiante boleia de uma guitarra verdadeiramente encantadora que tanto se ameniza, envaidece e alcooliza em suavizantes, delicados e apaixonantes acordes de uma inenarrável beleza tântrica, como se exterioriza em desgovernados, alucinantes e narcotizantes solos de elevada toxicidade, um magnetizante baixo de respiração pesada, fluída, escurecida e compenetrada, uma instigante bateria de ritmicidade fogosa, tentadora e revitalizante, e ainda um sintetizador de essência sideral que pulveriza toda a fantástica atmosfera de ‘Acrophilia’ com a sua airosa fragância estelar. De estender ainda o elogio ao fantástico artwork sublimemente pincelado pelo ilustrador turco Kadir Kayserilioğlu que confere a esta renovada e inspirada obra de Uluru toda uma arrebatadora aura celestial. Inalem toda esta psicotrópica poeira cósmica bafejada pela adorável formação sediada na arábica cidade de Istambul e sintam-se transcender num súbito delírio rendilhado a misticismo e maviosidade.

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🎹 Emerson, Lake & Palmer - "Knife Edge" (live, 1970)

sábado, 5 de janeiro de 2019

Review: ⚡ Tytus - ‘Rain After Drought’ (2019) ⚡

Sustentando eu um gradual e irreversível sentimento de admiração pela N.W.O.B.H.M. (New Wave of British Heavy Metal) não poderia escapar ileso ao segundo e novo álbum da talentosa formação italiana Tytus. Com o lançamento oficial agendado para o próximo dia 8 de Janeiro através do selo discográfico madrileno Fighter Records sob a forma física de CD, ‘Rain After Drought’ escuda-se num combativo, imperioso, majestoso e altivo Heavy Metal de inspiração tradicional aliado a um galopante, musculado, torneado e empolgante Hard Rock à boa moda dos 70’s. A sua sonoridade – brilhantemente executada e lubrificada a dinamismo, destreza e tecnicismo – tem a rara capacidade de nos provocar, agredir e euforizar do primeiro ao derradeiro tema. São 46 minutos saturados de uma intensa e desenfreada galopada que esporeia, inflama e incendeia todo aquele que se deixar envolver na aguerrida ardência vaporada pelo quarteto mediterrânico. Banhem-se na vulcânica radiância de Tytus de rédeas firmemente empunhadas e na perseguição destravada a duas guitarras enfurecidas e desvairadas que rugem fogosos, imponentes, iminentes e luxuosos riffs, e desprendem alucinantes, aparatosos, vertiginosos e trepidantes solos, um baixo diligente de reverberação corpulenta, turbulenta e oscilante, uma frenética bateria cavalgada a impetuosidade, potência, competência e expressividade, e ainda uma vistosa voz que alterna entre a chamejante aspereza e a melódica delicadeza. De enfatizar ainda o impactante artwork de feições apocalípticas, enigmáticas e luciféricas, superiormente ilustrado pelo já consagrado artista milanês SoloMacello. Este álbum de contornos épicos que nos mantém aprisionados a um incessante estádio de plena fascinação e exaltação ao longo de todo o seu corpo temporal. Punhos fechados ao alto, maxilares cerrados e cabeças rodopiantes na instintiva resposta comportamental a este apoteótico ‘Rain After Drought’. Um epopeico e renhido confronto entre a majestosidade, a desenvoltura, a maestria e a sagacidade que seguramente não deixará ninguém indiferente. Eu, pelo menos, regresso dele completamente arrebatado e conquistado. Que álbum!

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 Fighter Records