quinta-feira, 1 de julho de 2010

Om (Madrid)


Sábado, 5 de Junho de 2010. Ainda o sol conquistava timidamente os céus, quando apanhei um autocarro e me fiz á estrada em direcção a Vila Real. Lá entrou o Bruno e seguimos viagem rumo ao Porto (mais precisamente ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro). Estávamos mesmo a caminho de Madrid para ver Om. Ainda era uma realidade madrugadora, mas que com o tempo ganhou lucidez. Depois de 1001 voltas pelo aeroporto, um lanche “barato” e umas olhadelas para o que nos era alheio, lá entrámos no avião da Ryanair: cintos de segurança apertados, ipod’s desligados, pastilhas na boca, corações aos saltos, olhar refugiado no horizonte e… cá vamos nós! Uns belos 45min de voo e Madrid: cá estão os carrazedenses do Stoner Rock em mais uma peregrinação musical! Depois de mais uns devaneios no aeroporto de Barajas em Madrid lá demos com a saída daquilo. O David apareceu e corremos até um restaurante de emigrantes portugueses (transmontanos) para comer uma bela Francesinha (e que Francesinha) e beber umas cervejas bem geladas. Aproximava-se a hora do concerto. Só algumas caixas multibanco atrasaram a nossa chegada á Sala Caracol. Marcámos posição em frente ao palco e vimos entrar os Reznik: um duo composto por uma fêmea na guitarra e um macho na bateria. Temas curtos, velozes e pesados (bem ao estilo Sludge e Doom) caracterizaram a noite de Reznik. Um fraco aplauso para este duo ainda muito verde e siga para Akauzazte: uma banda de extraterrestres que nos fizeram viajar ao som de bons e largos minutos de envolvência psicadélica (muito graças ao sintetizador). De realçar o estado “sóbrio” dos elementos da banda. Tempo para mais um brinde a três e… Om no altar! Al Cisneros colocou o baixo no seu lombo (“Oh Cisneros tas gordo!”), Emil Amos cerrou os punhos nas baquetas e começou o tão aguardado ritual. “Meditation is the Practice of”, “Rays Of The Sun / To The Shrinebuilder” e “At Giza” fizeram-me delirar por completo! Fechei os olhos e deixei que o baixo do Cisneros, o ride e a tarola (fora todos os restantes floreados) do Amos conduzissem o meu corpo e mente pelas tortuosas estradas do inconsciente. Depois de um concerto tão completo (pena só a ausência de temas do Variations on a Theme), esperávamos um aperto de mão do Cisneros, mas em vez disso recebemos um exuberante cumprimento do Emil Amos “Uhhhh”.
Foi uma noite COLOSSAL! E a ressaca da mesma ainda hoje perdura…

domingo, 23 de maio de 2010

Dazed and Confused (1993), Richard Linklater


♥♥♥♥ (4)

Harry Brown (2009), Daniel Barber


♥♥♥♥♥ (5)

Crazy Heart (2009), Scott Cooper


♥♥♥♥ (4)

Prendimi l'anima (2002), Roberto Faenza


♥♥♥ (3)

Prayers for Bobby (2009), Russell Mulcahy


♥♥♥♥ (4)

Sergeant Rutledge (1960), John Ford


♥♥♥♥ (4)

Samson and Delilah (2009), Warwick Thornton


♥♥♥♥♥ (5)

sábado, 15 de maio de 2010

God is an Astronaut


Já me vejo na noite de dia 2 de Junho a subir toda aquela íngreme calçada em direcção ao Santiago Alquimista para ver o trio irlandês de Post-Rock Instrumental God is an Astronaut. Antevejo uma bela noite de sonoridade envolvente e consequente viagem introspectiva. Trazem consigo o disco ‘The age of the Fifth Sun” ainda em estado embrionário e pronto a ganhar forma em pleno Santiago Alquimista. Que os astronautas regressem á Terra e nos abençoem com os seus relatos sobre as infindáveis estradas espaciais.

Om


Se tudo correr bem (isto depende, em grande parte, da vontade do vulcão da Islândia) dia 5 de Junho estarei a viajar para Madrid. Na sala caracol da capital espanhola decorre o 2º dia de “Space is the Place” com Om em palco (o 1º dia conta com os nipónicos Acid Mother’s Temple). Há muito que anseio ver a banda de São Francisco, California. Está seguramente implantada no meu Top10 musical. O colossal Al Cisneros no baixo/voz e Emil Amos na bateria (saudades do ex-Sleep Chris Hakius) trazem na "bagageira" o seu mais recente disco intitulado “God is Good” e, espero eu, uma valente insistência em “Variations on a Theme” e “Conference of the Birds”.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

The Graduate (1967), Mike Nichols


♥♥♥♥ (4)

Film Noir (2007), Topaloski e Jud Jones


♥♥♥♥♥ (5)

Natural Born Killers (1994), Oliver Stone


♥♥♥ (3)

Smultronstället (1957), Ingmar Bergman


♥♥♥♥ (4)

The Big Lebowski (1998), Irmãos Coen


♥♥♥♥ (4)

Jeremiah Johnson (1972), Sydney Pollack


♥♥♥♥♥ (5)

12 Angry Men (1957), Sidney Lumet


♥♥♥♥♥ (5)

Viskningar och rop (1972), Ingmar Bergman


♥♥♥♥♥ (5)