domingo, 23 de maio de 2010

Dazed and Confused (1993), Richard Linklater


♥♥♥♥ (4)

Harry Brown (2009), Daniel Barber


♥♥♥♥♥ (5)

Crazy Heart (2009), Scott Cooper


♥♥♥♥ (4)

Prendimi l'anima (2002), Roberto Faenza


♥♥♥ (3)

Prayers for Bobby (2009), Russell Mulcahy


♥♥♥♥ (4)

Sergeant Rutledge (1960), John Ford


♥♥♥♥ (4)

Samson and Delilah (2009), Warwick Thornton


♥♥♥♥♥ (5)

sábado, 15 de maio de 2010

God is an Astronaut


Já me vejo na noite de dia 2 de Junho a subir toda aquela íngreme calçada em direcção ao Santiago Alquimista para ver o trio irlandês de Post-Rock Instrumental God is an Astronaut. Antevejo uma bela noite de sonoridade envolvente e consequente viagem introspectiva. Trazem consigo o disco ‘The age of the Fifth Sun” ainda em estado embrionário e pronto a ganhar forma em pleno Santiago Alquimista. Que os astronautas regressem á Terra e nos abençoem com os seus relatos sobre as infindáveis estradas espaciais.

Om


Se tudo correr bem (isto depende, em grande parte, da vontade do vulcão da Islândia) dia 5 de Junho estarei a viajar para Madrid. Na sala caracol da capital espanhola decorre o 2º dia de “Space is the Place” com Om em palco (o 1º dia conta com os nipónicos Acid Mother’s Temple). Há muito que anseio ver a banda de São Francisco, California. Está seguramente implantada no meu Top10 musical. O colossal Al Cisneros no baixo/voz e Emil Amos na bateria (saudades do ex-Sleep Chris Hakius) trazem na "bagageira" o seu mais recente disco intitulado “God is Good” e, espero eu, uma valente insistência em “Variations on a Theme” e “Conference of the Birds”.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

The Graduate (1967), Mike Nichols


♥♥♥♥ (4)

Film Noir (2007), Topaloski e Jud Jones


♥♥♥♥♥ (5)

Natural Born Killers (1994), Oliver Stone


♥♥♥ (3)

Smultronstället (1957), Ingmar Bergman


♥♥♥♥ (4)

The Big Lebowski (1998), Irmãos Coen


♥♥♥♥ (4)

Jeremiah Johnson (1972), Sydney Pollack


♥♥♥♥♥ (5)

12 Angry Men (1957), Sidney Lumet


♥♥♥♥♥ (5)

Viskningar och rop (1972), Ingmar Bergman


♥♥♥♥♥ (5)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Diário de Estrada

Estamos tão distantes do ponto de partida. Desconhecemos o horizonte, mas estas estradas pertencem-nos. Tu adormeceras de cabelos ao vento nesta noite cálida de verão. Há muito que não falamos sobre o momento, e eu tinha tanto para te dizer... certamente tu também. A noite inspira o oxigénio dos meus pulmões... e estas estradas não se movem. Quando acordares será um novo dia, um dia feliz debaixo do sol vermelho. Mas enquanto o amanhã não chega, vou sendo assaltado por memórias nostálgicas: sorrisos fugazes, capazes de ecoar por toda a eternidade. São as oscilações do amor, da saudade... São os ventos de Vénus que nos perfumam a alma... Cerro os punhos no volante, deixo os meus olhos queimar no alcatrão e acelero rumo ao infinito. Lá espero encontrar-te, filha do Sol.