sábado, 27 de outubro de 2012

Se tudo correr como previsto... Freak Valley Festival 2013

A nova edição do festival de Heavy-Stoner-Psych-Blues contará com a extensão de mais um dia (30 de Maio) e apresenta já esta deliciosa ementa:

Orange Goblin
Uncle Acid & The Deadbeats
Causa Sui
The Machine
Asteroid
[Fuck Yeah]
Nightstalker
Orange Sunshine
Ape Machine
Stoned Jesus
The Muggs
Abrahma
The :Egocentrics
Pet The Preacher
Pyramidal
Katla
Banda De La Muerte
Radar Men From The Moon


(mais confirmações em breve - inclusive a minha)


Até já, Bombino!


quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Salmo do Ser, do Sentir, do Viver


Sent a man to mars today
At least that's what the marsian say

Did you get your ticket to the show

And all the rocks are red but at least they roar

Spaceman finds himself a cold bib

You know it's been a strange trip

Excuse me brother if it's not too much to ask
Could you show, Show me where he could find some tit

Clear across town, I heard about a place

Where you can take all you want, could fit it on your plate

And that must been a small price to pay

But I can't imagine your life, another way

You didn't ask for this but it is all you've got
Let the good times roll babe
, ready or not
And I don't think there for I, I am man

And why is this the hardest thing in the world for you to understand

Girls and boys back home they made us up
And when we raise in the morning is cause we hear the call

Piccadillys Circus and popping mothers pills

And all those cheep blues 45s giving all the brick Americanos thrills

What do you call when all is brining you down

We stare at the record covers and dreaming about getting our asses out of town

The more you ignore the feeling the more it pulls you in

The harder you try to do right, the easier it is to understand sin


I didn't ask for this but it is all you got

Let the good times roll babe, ready or not

And I don't think there for I, I am a man

Why is this the hardest thing in the world for you to understand

You didn't ask for this, but it is all you've got
Let the good times roll babe, ready or not

And I don't think there for I,I am a man

Why is this the hardest thing in the world for you to understand

Why is this the hardest thing in the world for you to understand

For you to understand

For you to understand

For you to understand



Brant Bjork - Born to Rock

O regresso às ruas de Baltimore (The Wire, 4ª Temporada)


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Desabafos que também são os meus...

Minha bela e esquiva Elena: eis-me de novo em Paris por causa de ti. Não fui capaz de te esquecer. Tentei. Mas ao entregares-te inteiramente a mim ficaste senhora do meu ser. Queres ver-me? Não estás arrependida? Não acabaste com tudo para sempre? Bem o merecia, mas não faças isso, ias matar um amor profundo, maior ainda pelo muito que tentei combate-lo. Estou em Paris…

Anais Nin em "Delta de Vénus"

Ingrid Thulin, uma das musas de Ingmar Bergman


Le Mépris 1963, Jean-Luc Godard


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Kadavar confirmados no Sonic Blast 2013 (e eu também)


On the Road (2012) de Walter Salles

No verão de 2010 terminava de ler um dos livros da minha vida. “On the Road” de Jack Kerouac mudava a minha vida e a forma como a passaria a viver desde então. Nunca um diário me cativara tanto como “On the Road”, escrito em plena viagem pela descoberta de um ideal (que poderia levar Kerouac à salvação ou à perdição), cativou. Mas, como ele dizia, a estrada é a vida. Algures em 2011 soube que a adaptação desta obra literária para cinema estava na estrada. Fiquei completamente extasiado por poder ver todas aquelas palavras ganharem vida e forma. Mas conhecia também o risco de me desiludir, uma vez que “On the Road” pesava toneladas na minha consideração. A expectativa era enorme, do tamanho da admiração pela obra, e ontem, 21 de Outubro, pude – finalmente – ver o filme. Num equilíbrio pela ténue corda da incerteza, acabei por pender para o lado da decepção. Walter Saller (realizador) teve a coragem de estrear “On the Road” em cinema, e aplaudo-o apenas por isso. A mística que sobrevoou todo o livro não existe em filme, e até arrisco dizer, que grande parte dos espectadores que viram o filme e ainda não leram o livro, vão deixá-lo intacto nas bancas. Walter Salles tinha um argumento de excelência nas suas mãos, mas foi incapaz de lhe prestar um contributo justo. É um filme fraco, baseado num livro que tem a capacidade de conduzir vidas (como a minha).

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Cowboys, Prostitutas e Lap Dance's

Venham daí os copos vazios porque o “The taking of Blackheart” dos americanos Five Horse Johnson acaba de passar pelo balcão. Depois de uma ressaca de seis anos em que a banda natural de Toledo (Ohio, EUA) não lançou um único álbum, entra agora em pleno saloon de esporas abraçadas às texanas e olhar à Clint Eastwood. O novo disco destes cowboys de coldre desapertado é uma verdadeira descarga de Blues à maneira setentista. Neste novo álbum, a robustez dos riffs está mais consistente que nunca. É um disco onde até os mais recatados batem o pé e estalam os dedos. Temos aqui um requintado exemplo da consequente mistura de Blues, Hard Rock e Stoner Rock. Bem-vindos a este bar do Texas onde só passa Five Horse Johnson na juke box, e as senhoras se serpenteiam sensualmente sob o olhar atento de camionistas e motards de cerveja empunhada. Enrijeçam as gargantas porque “The taking of Blackheart” é um trago forte (mas doce).

Eyehategod (Full Set)

Eyehategod (Full Set) from hate5six on Vimeo.

DOOMelhor \m/