domingo, 24 de janeiro de 2010
Filme Policial
«O crime veste-se de negro. Um rosto desaparecido. Dois rostos perdidos. Um rosto fugaz. Uma investigação prudente em busca da ceifadora “sem nome”. A lei veste sobretudo.»
"A Lei veste Sobretudo"
sábado, 23 de janeiro de 2010
Space Cowboy

Deixou que o vento fizesse da sua presença, uma presença efémera. O seu olhar, de caracterização lúgubre, contemplou todos aqueles quilómetros de poeira e alcatrão. No horizonte, um sol de mescalina libertava cores dissonantes. As montanhas elevavam-se em direcção ao sol. “Esta estrada encaminha-te para o céu” – gritava um cowboy lunático que descansava junto á estrada. Acelerou a toda a velocidade no seu velho Dodge Challenger e levantou o volume da rádio. Os últimos raios solares morriam no seu rosto pálido. Visões celestiais. Expirou fundo e olhou aqueles monólitos e toda uma infinitude de terra avermelhada. Libertou as pálpebras e encarou os céus que sobrevoavam a sua longa jornada. A noite cobriu com o seu manto opaco todo o paralelismo que o acompanhara. Dos céus brotaram mil e uma estrelas, planetas de cor púrpura, cometas e asteróides viajantes. E ele continuou a sua viagem de pé adormecido sobre o acelerador rumo á eternidade.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Cinemateca Portuguesa
domingo, 17 de janeiro de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Noite «Brilhante»
11-01-2010. Estava uma gélida noite de Janeiro. De corpo hirto e olhar firme fitei o frio viajante que me rodeava sem cessar. Ela chegou e todo o paralelismo enfraqueceu. A sua mão de pele rosada e suave tocou-me. Uma onda de calor beijou a minha face fria. O amor atracara na minha alma. Subimos as ruas cinzentas da baixa lisboeta e entrámos num restaurante. Talvez pela nossa relação tão peculiar, foi-nos oferecido um “brinde”. De seguida, dirigimo-nos á Cinemateca Portuguesa para ver “The Shining” – Stanley Kubrick (um dos filmes favoritos da minha Ana). Confortámos os nossos corpos nas velhas cadeiras de cabedal encarnado e instigámos o nosso olhar na grande tela. Um ritual que se repetirá por todo o sempre. Até que as rugas do tempo nos façam tombar.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Ora cá está 2010
Ando prá’qui todo “doido” com a nova investida no tema “Umkehrschub” (Albúm “3” – 2007) dos alemães RotoR feat. Hypnos 69; com a compra dos clássicos “Godfellas” (Martin Scorsese), “ The Godfather” e “Apocalypse Now Redux” (Francis Ford Coppola) a preço de feira; e ainda com a confirmação da minha querida Ana: ela vai comigo a trás-os-montes no próximo fim-de-semana. Yeah! Sunn O))) e Fu Manchu estão aí á porta, os dias de rodagem do meu projecto final (Policial "Noir") também. Do meu norte chegam noticias invernais, de muita "caspa" por lá (Neve), e saudações reconfortantes da familia e amigos.
(de mau só esta gripe que me tinge a pele de vermelho)
(de mau só esta gripe que me tinge a pele de vermelho)
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Sempre, Sempre, Sempre
Pelas estradas do hedonismo, demos as mãos e confirmamos, uma vez mais, a austeridade deste Amor. Nestas areias indubitáveis onde todos os oceanos desmaiam, contemplamos a existência desta nova galáxia. De corpos despidos sentimos a alma morder a pele, e o coração implorar a sua libertação. São novos ventos que vieram para ficar. Somos os únicos herdeiros da Eternidade.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
sábado, 26 de dezembro de 2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
quinta-feira, 24 de dezembro de 2009
A minha Valquíria (L)
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Contigo em Vénus
Em viagem. O sol trouxe um perfume estrangeiro a esta estrada. De cabelos entregues ao vento, atravessamos toda uma vasta planície de certezas indubitáveis. Presságios harmoniosos libertavam-se das árvores enquanto corriamos pelo bosque. Todo um paralelismo mágico... Dois olhares cúmplices e sorrisos esculpidos pelos Deuses “passaram por aqui” – diziam os indígenas. Mensageiros do Amor. De passagem... sempre de passagem. Porque a auto-estrada da nossa paixão é infinita (L).
"As palavras que o Amor inventa" - Ana Mateus
"As palavras que o Amor inventa" - Ana Mateus
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Love, Colour Haze
Finalmente entraste no carro. Domingo, 20 dezembro de 2009. Um dia cavernoso, pálido... onde a novidade não habita. Um asteroid embateu nos gélidos campos de dois corações. Um “big bang” sentimental que iluminou o nosso destino. Embriagados de amor, caminhámos de mãos dadas pelos trilhos da vida. Um olhar, um pacto, um suspiro. Juntos conseguimos transcender todo o Universo, juntos fitamos toda uma panóplia de palavras, juntos seremos eternos, imortais... Um presságio de ataraxia. Um sentimento estrangeiro, nunca antes alcançado. Uma viagem nunca conclusiva... De olhar convicto no horizonte. És-me tanto. És-me Tudo! Transbordo de admiração e amor por ti. Somos filhos do vento. Sempre estivemos nesta praia, junto ao oceano. Contemplámos o infinito e tecemos planos de um futuro mágico. Ouvir-te é tão enriquecedor, faz-me tão bem... és poesia viajante. Uma deusa astral. Criámos a nossa galáxia, a nossa ética, o nosso dialecto... a nossa estrada. Seremos uma ilha longínqua que o oceano da vida emergiu. Estaremos sempre de passagem... nesta espiral ascendente á qual os homens chamam de amor. Ana. Para sempre contigo, Para sempre comigo. (Porque nunca vais ter de me castigar com cactos) (L) és intemporal, tal como ISTO que nos une. Amo-te tanto!
I sit myself high upon a mountain top an d I look far, far across the hills
I'm so loaded, man, so deep and full, with all the love and all that is real
We gotta cry out and reach out and turn our twisted minds
And feel the connection that is between you and all that is alive
To be with the smallest and biggest without fear and without pride
I went through the chappel of dangers a few hundred times
And I had to work so hard to keep my love and intuition
And not to loose my guts and not to loose my mind
I reach out, a step foeward, I stumble and I fall
All my greed and longing wasn't for the real at all
So reach out, reach out, get a hand brothers and sisters
Grow on your kindness, love harmony and peace
Empty yourselves of everything, gain in loosing, thriving your freedom
I tried, but I'm sure you will
(L)
I sit myself high upon a mountain top an d I look far, far across the hills
I'm so loaded, man, so deep and full, with all the love and all that is real
We gotta cry out and reach out and turn our twisted minds
And feel the connection that is between you and all that is alive
To be with the smallest and biggest without fear and without pride
I went through the chappel of dangers a few hundred times
And I had to work so hard to keep my love and intuition
And not to loose my guts and not to loose my mind
I reach out, a step foeward, I stumble and I fall
All my greed and longing wasn't for the real at all
So reach out, reach out, get a hand brothers and sisters
Grow on your kindness, love harmony and peace
Empty yourselves of everything, gain in loosing, thriving your freedom
I tried, but I'm sure you will
(L)
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