segunda-feira, 30 de novembro de 2009
SLEEP, Holy Mountain
Heavy, Heavy Night
domingo, 29 de novembro de 2009
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
domingo, 22 de novembro de 2009
sábado, 21 de novembro de 2009
Sean Riley & The Slowriders
De forma a esquecer Atomic Bitchwax no Porto-Rio (Porto), fui ver/ouvir Sean Riley & The Slowriders ao Musicbox (Lisboa). Acabou por anestesiar, momentaneamente, a dor de não ter ido ao Porto. Foi um belo concerto da jovem banda de Coimbra. Sonoridade elegante, viajante, com muito vento e poeira. Remeteu-me para as velhas caves de Chicago nos anos 50, e para uma Road Trip pelo Texas. Muito ambiental, expressiva… Fiquei fã.
(obrigado Alex Dregen e Rita)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Dias de Guadalest
Noite quente. Vento viajante. Luar celestial e… Colour Haze em palco. As montanhas aplaudiram os eremitas, e eles brindaram tal comunhão tecendo uma outra galáxia. O trio germânico incendiou a noite de Guadalest e os nossos corações. A guitarra delirante de Stefan Koglek ascendeu toda a Vida que se encontrava por ali. Aquele palco foi o nosso santuário espiritual. Manifestações enteogénicas. Nem o Philipp Rasthofer estranhou as bolhas de sabão que o rodeavam. Estávamos todos no outro lado do céu. Colour Haze: Sinestesia.
Domingo
Ela adormecera. Mil faróis cruzavam-se na auto-estrada, e a chuva caía com intensidade. As nuvens desceram ao alcatrão, e a peregrinação de luzes rasgava a noite. Marcha para o céu. Aumentei o volume sonoro e entreguei-me aos velhos trilhos de Sleep. As escovas pára-brisas percorriam a longa vidraça do Cadillac, e o meu olhar procurava a consciência dentro da neblina.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Saudades...

(belo registo fotográfico)
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Sépia
domingo, 1 de novembro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
sábado, 10 de outubro de 2009
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Prisão de Vidro
Choveu todo o dia, choveu toda a noite...Nesse teu pensamento cinzento, guardas calorosamente memórias do que te sou. Tempo este, sangue da vida, que em nada envelhece a nossa inexorável convicção. Tu sabes. Eu sei. Uma confissão intemporal que se ascende nas horas vazias, onde só o silêncio retrospectivo habita. Palavras omnipresentes. Uma viagem explorativa, nunca conclusiva.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
domingo, 4 de outubro de 2009
um homem diferente (dizem)
A conspiração estava presente por detrás de cada olhar faminto por pestanejar. Pobres daqueles conspícuos que haviam sido olhados pela preversidade. Naquele chão jaz o corpo despido da benevolência e um punhal ensanguentado. A hipocrisia foi partilhada naquela gélida noite de Outubro. Uma presença pouco relevante que em nada conseguiu persuadir o rumo da conversa. São vozes que gritam no fundo do asfalto, são vozes afogadas num oceano de silêncio, são vozes promíscuas abandonadas na estrada,... na longa estrada da amizade.










