sábado, 31 de março de 2012

Cinema de Março

The Narrow Margin (1952) de Richard Fleischer
In Cold Blood (1967) de Richard Brooks
Bend of the River (1952) de Anthony Mann
Trust (2010) de David Schwimmer
Apache (1954) de Robert Aldrich
Angels with Dirty Faces (1938) de Michael Curtiz
Thank you for Smoking (2005) de Jason Reitman
Spartacus (1960) de Stanley Kubrick
Wonder Boys (2000) de Curtis Hanson
Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain (2001) de Jean-Pierre Jeunet
A Streetcar Named Desired (1951) de Elia Kazan
Amores Perros (2000) de Alejandro González Iñárritu
There Will Be Blood (2007) de Paul Thomas Anderson
The Prestige (2006) de Christopher Nolan
Shame (2011) de Steve McQueen
Psych-Out (1968) de Richard Rush
On the Waterfront (1954) de Elia Kazan
Intouchables (2011) de Olivier Nakache e Eric Toledano
Le Havre (2011) de Aki Kaurismäki
The Edukators (2004) de Hans Weingartner
Bin-Jip (2004) de Ki-duk Kim

terça-feira, 27 de março de 2012

"Shame" de Steve McQueen

“Shame” é o retrato fidedigno de um subserviente sexual. É a crua exposição do desejo sexual que habita o ser humano (com maior ou menor intensidade e persistência). “Shame” é o abrir dos lençóis que cobrem dois corpos despidos, e a sua livre contemplação. É sentirmo-nos observados pela própria mãe enquanto nos masturbamos. É o anunciar em céu aberto todos os nossos anseios sexuais mais peculiares e grotescos. Sou um defensor da libertação sexual no cinema (e fora dele) e, também por isso, aplaudo com muita satisfação esta segunda longa-metragem do realizador londrino. “Shame” vai seguramente para o meu baú de filmes favoritos.




Vergonha é não assistir a este grande filme.

quinta-feira, 15 de março de 2012

quinta-feira, 8 de março de 2012

quotes.


















"Some days I feel like we gotta take our shot, and change the world… other days I just feel like drinking tequila and listening to old Kiss records."
Brant Bjork

terça-feira, 6 de março de 2012

O florescer de um novo deserto















Pharaoh Overlord é, sem dúvida, uma das minhas bandas favoritas. Numa mistura bem consistente de Space Rock e krautrock (onde sempre comungaram), estes finlandeses apresentam já um belo registo de álbuns editados nestes 12 anos de carreira. Mas foi o mais recente álbum “Lunar Jetman” que mais me deliciou. Neste disco, Pharaoh Overlord explorou uma sonoridade mais “árida” e “lisérgica” para juntar à sua velha receita utilizada nos discos ancestrais da banda. “Lunar Jetman” é o florescer de um cacto num gélido cometa. É a existência de um caloroso deserto em Saturno. É uma autêntica viagem de nave espacial ao longo de um infindável deserto mergulhado em mescalina. São 74 minutos puramente anestésicos que nos deixam a milhões de anos-luz da realidade. Um dos discos da minha vida.           

sexta-feira, 2 de março de 2012

quotes.

Contemplating the lace-like fabric of streams outspread over the mountains, we are reminded that everything is flowing - going somewhere, animals and so-called lifeless rocks as well as water. Thus the snow flows fast or slow in grand beauty-making glaciers and avalanches; the air in majestic floods carrying minerals, plant leaves, seeds, spores, with streams of music and fragrance; water streams carrying rocks both in solution and in the form of mud particles, sand, pebbles, and boulders. Rocks flow from volcanoes like water from springs, and animals flock together and flow in currents modified by stepping, leaping, gliding, flying, swimming, etc. While the stars go streaming through space pulsed on and on forever like blood globules in Nature’s warm heart.

John Muir, "My First Summer in the Sierra"